Astroturfing como estratégia de pressão política nas convenções partidárias brasileiras

Autores

  • Cláudio dell’Orto Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

DOI:

https://doi.org/10.25109/2525-3298.v.18.n.02.2026.3857

Resumo

O texto analisa o uso do astroturfing como estratégia de manipulação política nas convenções partidárias brasileiras. Essa prática simula apoio popular por meio de ferramentas digitais, influenciando a escolha de candidatos com base em métricas artificiais. Pré-candidatos utilizam o astroturfing para pressionar dirigentes partidários, criando uma falsa percepção de legitimidade. As redes sociais, com seus algoritmos e perfis automatizados, potencializam essa dinâmica. A legislação eleitoral brasileira ainda carece de mecanismos eficazes para combater essa prática, que representa uma ameaça à autenticidade do processo democrático. Estudos de casos nacionais e internacionais ilustram os impactos do astroturfing na formação da opinião pública. O texto defende maior regulação, transparência e educação midiática para preservar a integridade eleitoral.

Biografia do Autor

Cláudio dell’Orto, Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro

Mestre em Criminologia e Direito Penal pela Universidade Candido Mendes (UCAM). Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Petrópolis (UCP). Professor de Direito Digital da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Diretor da Escola da Magistratura do Rio de Janeiro (EMERJ). Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

Downloads

Publicado

2026-08-10

Como Citar

dell’Orto, C. . (2026). Astroturfing como estratégia de pressão política nas convenções partidárias brasileiras. Publicações Da Escola Superior Da AGU, 18(02). https://doi.org/10.25109/2525-3298.v.18.n.02.2026.3857

Edição

Seção

CAPÍTULO 3