A soberania da decisão arbitral no Brasil como meio de manutenção do instituto

Autores

  • Marcela Muniz Campos Advocacia-Geral da União
  • Renata Cristina Vasconcelos Pacheco Advocacia-Geral da União

Resumo

O presente artigo objetiva analisar os fatores que ensejaram a inserção e fortalecimento da adoção da arbitragem no Brasil, a fim de compreender a importância da soberania da sentença arbitral e os limites ao controle do Poder Judiciário na apreciação de ações anulatórias. É apresentada uma pesquisa sobre o entendimento dos Tribunais Pátrios acerca do controle judicial e preocupação de não invasão no mérito das decisões arbitrais. Finalmente, alerta-se para os riscos de decisões judiciais que ultrapassem as hipóteses de controle legalmente permitidas, dentre as quais a possibilidade de migração das partes interessadas para cortes arbitrais internacionais e o desestímulo da adoção da arbitragem, em especial pela Administração Pública.

Biografia do Autor

Marcela Muniz Campos, Advocacia-Geral da União

Advogada da União. Consultora Jurídica Adjunta na Consultoria Jurídica junto ao Ministério de Portos e Aeroportos. LL.M em Direito da Infraestrutura e da Regulação pela Fundação Getúlio Vargas - FGV.

Renata Cristina Vasconcelos Pacheco, Advocacia-Geral da União

Advogada da União na Consultoria Jurídica junto ao Ministério de Portos e Aeroportos. Especialista em Direito Público pela Universidade de Brasília - UnB. Mestranda em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas - FGV.

Downloads

Publicado

2024-03-19

Como Citar

Muniz Campos, M. ., & Vasconcelos Pacheco, R. C. . (2024). A soberania da decisão arbitral no Brasil como meio de manutenção do instituto. Publicações Da Escola Superior Da AGU, 16(01). Recuperado de https://revistaagu.agu.gov.br/index.php/EAGU/article/view/3456

Edição

Seção

ARTIGOS