BREVES APONTAMENTOS SOBRE A PRINCIPAL OBRA DE HANS-GEORG GADAMER: A VERDADE NÃO É QUESTÃO DE MÉTODO
DOI:
https://doi.org/10.25109/2525-328X.v.16.n.03.2017.945Palavras-chave:
Hermenêutica Filosófica. Gadamer. Compreensão. Interpretação. Verdade.Resumo
Hans-Georg Gadamer é essencial no desenvolvimento da hermenêutica no século XX. Influenciado por Martin Heidegger, ele demonstrou, na obra em apreço, a natureza da compreensão humana, e que a linguagem passa a ser vista, com o giro linguístico, como meio para a compreensão do indivíduo no mundo. Ele se apoia nos ensinamentos de Heidegger no sentido do sujeito estar imerso em um contexto histórico-linguístico, que molda e fornece um horizonte de sentidos para se chegar a verdade em um ato interpretativo. Para tanto, Gadamer diz que a interpretação se dá a partir da existência de pré-juízos, e é em função da tradição que o intérprete fala o Direito e do Direito, formando, assim, interpretações mais adequadas.Referências
ABBOUD, Georges; OLIVEIRA, Rafael Tomaz de; CARNIO, Henrique Garbellini. Introdução à teoria e à filosofia do direito. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2013.
GRODIN, Jean. Introdução à hermenêutica filosófica. São Leopoldo: Editora Unisinos, 1999.
HABERMAS, Jügen. Verdade e justificação: ensaios filosóficos. Tradução de Milton Camargo Mota. São Paulo: Loyola, 2004.
JOBIM, Marco Félix. O compreender em Hans-Georg Gadamer a partir da análise da obra “O Princípe” de Nicolau Maquiavel. Disponível em: http://www.ajdd.com.br/links/artigos/pdf/hermeneutica/art4.pdf. Acesso em: 29 de Outubro de 2016.
JÚNIOR, Bruno Henriger. A hermenêutica filosófica de Gadamer: tradição, linguagem e compreensão. Disponível em: file:///C:/Users/admin/Downloads/3-274-1-PB%20(1).pdf . Acesso em 31 de Outubro de 2016.
MAIA, Lízea Magnavita. A hermenêutica filosófica - um novo caminho para a hermenêutica constitucional. Disponível em: Acesso em: 30 de Outubro de 2016.
MARTINI, Angela. O ato de julgar como atividade concretizadora da constituição: uma proposta à luz da hermenêutica filosófica. 2006. Dissertação - Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade Vale dos Sinos, São Leopoldo, 2006. Disponível em: http://www.repositorio.jesuita.org.br/bitstream/handle/UNISINOS/2372/o%20ato%20de%20julgar.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em 31 de Outubro de 2016.
MOREIRA, Rui Verlaine Oliveira; MENDES, Ana Araújo Ximenes Teixeira. A eficácia das normas constitucionais e a interpretação pragmática da Constituição. THEMIS - Revista da Escola Superior da Magistratura do Estado do Ceará, v. 6, n. 2 (2008). Disponível em: file:///C:/Users/515/Downloads/197-678-1-PB.pdf. Acesso em: 31/10/2016.
OLIVEIRA, Daniela Rezende de; MOURA, Rafael Soares Duarte de. Apontamentos acerca da pré-compreensão e da compreensão nas Teorias Hermenêuticas de Martin Heidegger e Hans-Georg Gadamer e suas implicações no ato de julgar. Disponível em: http://revista.tce.mg.gov.br/Content/Upload/Materia/1131.pdf. Acesso em 29 de Outubro de 2016.
OLIVEIRA, Manfredo Araújo de. Reviravolta linguístico-pragmática. São Paulo: Loyola, 1996.
PEDRON, Flávio Quinaud. O giro linguístico e a auto-compreensão da dimensão hermenêutico pragmática da linguagem jurídica. Vox Forensis, Espírito Santo do Pinhal, n. 1, v. 1, p. 199-213, jan./jun. 2008.
STRECK, Lênio Luiz. Hermenêutica jurídica e(m) crise. 11. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2013.
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2018 REVISTA DA AGU

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Autores que publicam nesta Revista concordam com os seguintes termos:
- os autores mantêm os direitos autorais e concedem à Revista da AGU o direito de primeira publicação;
- os autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não exclusiva da versão do trabalho publicada nesta Revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta Revista.