ABANDONO DE CARGO E PRESCRIÇÃO: UMA QUESTÃO TORTUOSA

Autores

  • Osiris Vargas Pellanda

DOI:

https://doi.org/10.25109/2525-328X.v.8.n.20.2009.289

Palavras-chave:

Direito administrativo. Processo administrativo disciplinar. Servidor público federal. Abandono de cargo. Prescrição.

Resumo

O presente artigo apresenta as controvérsias suscitadas em torno do tema da prescrição para aplicação da penalidade de demissão a servidor público que incorre em abandono de cargo. Analisa-se inicialmente a forma de contagem do prazo prescricional e as diferentes correntes sobre a questão, para enfim se discorrer sobre as alternativas a se adotar quando verificada a prescrição. Doutrina e jurisprudência concordam que é impossível a aplicação de soluções alternativas em âmbito administrativo, embora a administração pública federal tenha mantido o entendimento de exonerar o servidor quando não é possível demiti-lo. Ao final, busca-se encontrar uma solução que atenda à finalidade da lei e os interesses da administração, solução esta ainda não apresentada pelo judiciário.

Biografia do Autor

Osiris Vargas Pellanda

Advogado da União graduado pela Universidade
Federal do Paraná – UFPR
Especialista em Direito Público pelo Instituto Brasiliense
de Direito Público – IDP Atualmente em exercício na
Corregedoria-Geral da Advocacia da União

Referências

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Publicado

2017-09-11 — Atualizado em 2017-09-11

Como Citar

PELLANDA, O. V. ABANDONO DE CARGO E PRESCRIÇÃO: UMA QUESTÃO TORTUOSA. REVISTA DA AGU, [S. l.], v. 8, n. 20, 2017. DOI: 10.25109/2525-328X.v.8.n.20.2009.289. Disponível em: https://revistaagu.agu.gov.br/index.php/AGU/article/view/289. Acesso em: 4 abr. 2025.

Edição

Seção

Artigos