O DIREITO INTERNACIONAL E O FUTURO DA DEMOCRACIA

Autores

  • Chris Thornhill University of Manchester.
  • Carina Rodrigues de Araújo Calabria Universidade de Brasília

DOI:

https://doi.org/10.25109/2525-328X.v.17.n.1.2018.2192

Palavras-chave:

Democracia. Equivalência Funcional. Inclusão. Direito Internacional. Cidadania

Resumo

Esse artigo defende que identificar a formação de sistemas políticos democráticos com sociedades nacionais é um erro. Na verdade, pouquíssimas sociedades nacionais foram capazes de criar sistemas políticos marcados pela capacidade de promover inclusão política plena e igualitária. A democracia eventualmente evoluiu dentro de sociedades nacionais em bases normativas criadas pelo direito internacional, um fato que distintivamente moldou o design institucional dos estados mais democráticos. Uma característica essencial da democracia nacional é que cidadãos se comunicam com instituições políticas em duas dimensões – como cidadãos nacionais e como cidadãos de direito global. Apenas quando sistemas políticos nacionais preservam linhas de comunicação social em ambas dimensões, a democracia é segura.

Biografia do Autor

Chris Thornhill, University of Manchester.

Professor in Law at University of Manchester. Research interests lie in the following areas: Sociology of Law; Comparative Constitutional Law; Law and Social Theory; Legal History

Carina Rodrigues de Araújo Calabria, Universidade de Brasília

Mestre em Direito pela Universidade de Brasília - UnB. Membro do Manchester International Law Centre (MILC).

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Publicado

2018-03-23 — Atualizado em 2018-03-23

Como Citar

THORNHILL, C.; CALABRIA, C. R. de A. O DIREITO INTERNACIONAL E O FUTURO DA DEMOCRACIA. REVISTA DA AGU, [S. l.], v. 17, n. 1, 2018. DOI: 10.25109/2525-328X.v.17.n.1.2018.2192. Disponível em: https://revistaagu.agu.gov.br/index.php/AGU/article/view/2192. Acesso em: 3 abr. 2025.

Edição

Seção

Artigos