A representatividade do feminismo negro no setor público: o espaço e a voz da mulher negra

Autores

  • Jessica Zimmer Stefenon Advocacia-Geral da União

DOI:

https://doi.org/10.25109/2525-3298.v.18.n.01.2026.3754

Resumo

O estudo investiga a representatividade do feminismo negro no setor público brasileiro, com foco na implementação do Decreto n. 11.443/2023, que estabelece critérios de ocupação por pessoas negras em cargos de liderança na administração pública. A pesquisa qualitativa, baseada em entrevistas semiestruturadas com 14 mulheres negras, explora as conexões entre as visões do feminismo negro e as políticas públicas antirracistas e antissexistas. Os resultados destacam a existência de pontos comunicativos entre esses mundos e sugerem um percentual entre 15% e 20% como ideal para a representação de mulheres negras em cargos de liderança. A pesquisa evidencia as barreiras estruturais enfrentadas por mulheres negras e enfatiza a necessidade de políticas afirmativas robustas para alcançar a equidade racial e de gênero no setor público. Com insights inovadores, o trabalho contribui para a formulação de ações inclusivas e reflexões sobre o papel transformador do feminismo negro na administração pública.

Biografia do Autor

Jessica Zimmer Stefenon, Advocacia-Geral da União

Mestra em Administração Pública na área de Políticas Públicas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Especialista em Funções Institucionais da AGU pela Escola Superior da Advocacia-Geral da União (ESAGU). Bacharela em Direito pela Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul (FADERGS). Empregada pública da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (INFRAERO) cedida para Advocacia-Geral da União.

Downloads

Publicado

2026-03-17

Como Citar

Zimmer Stefenon, J. . (2026). A representatividade do feminismo negro no setor público: o espaço e a voz da mulher negra. Publicações Da Escola Superior Da AGU, 18(01). https://doi.org/10.25109/2525-3298.v.18.n.01.2026.3754

Edição

Seção

ARTIGOS